sábado, 22 de fevereiro de 2014

Escrevo o meu nome, na pressa de o esquecer. Escrevo o vento nos pulmões calcinados do tempo. Sou o osso roído de um cão perdido. Uivo e silvo, no baile infinito da morte! E num salão de espelhos, desenho o sapateado da vertigem, furor de querer desaparecer no seu próprio rodopiar, de querer ser dervixe do invisível.

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